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Segundo Picciani et ai., a epilepsia é a segunda condição neurológica mais frequente encontrada em consultórios odontológicos. Suas causas são múltiplas e, em alguns casos, existe uma base genética. Em relação a essa condição, é correto afirmar:
A maioria dos pacientes já diagnosticados não sabe identificar os fatores que estão associados com um risco aumentado de convulsões.
O ideal, para o início do tratamento odontológico de pacientes epiléticos, é que o paciente esteja com as crises controladas há pelo menos 1 mês, havendo, ainda assim, risco de ocorrer alguma crise durante o atendimento.
A fim de evitar crises convulsivas, o paciente deve aumentar o esquema posológico das medicações anticonvulsivantes antes da consulta odontológica.
As medicações utilizadas por pacientes epiléticos não provocam efeitos colaterais na cavidade oral.