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No contexto odontológico, a sedação medicamentosa via oral é uma prática utilizada para minimizar a ansiedade em pacientes com necessidades especiais ou em procedimentos invasivos. Sobre o uso de ansiolíticos para controle de ansiedade, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):
(__)A administração de midazolam em dose oral única deve ser evitada devido ao risco elevado de depressão cardiorrespiratória.
(__)A sedação medicamentosa com benzodiazepínicos pode reduzir a capacidade cognitiva e motora do paciente temporariamente.
(__)A dosagem de diazepam em crianças pode ultrapassar a dose indicada para adultos, dependendo da condição do paciente.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja correta:
F − F − F.
V − F − F.
F − V − F.
F − F − V.
João, 59 anos, portador de Doença Renal Crônica (DRC) em estágio 4, com aproximadamente 30% da função renal (TFG estimada em 20 mL/min/1,73 m²), é acompanhado por nefrologista e faz uso de eritropoetina, carbonato de cálcio e furosemida. Compareceu ao pronto atendimento odontológico com dor intensa em região posterior superior esquerda, febre baixa e edema local. Ao exame, detecta-se abscesso agudo em região do dente 28, com trismo moderado. Relata que a última dosagem de creatinina foi de 6,2 mg/dL (0,7-1,3 mg/dL) e ureia de 158 mg/dL (10-50 mg/dL), com anemia normocítica com Hb = 9,4 g/dL (13,5-17,5 g/dL) e função plaquetária alterada (tempo de sangramento prolongado, plaquetas = 138.000/mm³ (150-400.000/mm3 ). Com base nesse cenário e nos princípios da atenção odontológica em pacientes com DRC avançada, assinale a alternativa correta.
A incisão e drenagem devem ser realizadas imediatamente, com anestesia local convencional, e antibioticoterapia iniciada apenas se houver piora sistêmica.
A amoxicilina com ácido clavulânico é uma opção segura para o controle infeccioso inicial, sem necessidade de ajuste de dose, pois é eliminada por via hepática.
O uso de AINEs, como o ibuprofeno, é indicado para controle álgico, desde que associado à proteção gástrica.
A prescrição de analgésicos deve considerar o metabolismo e excreção renal; dipirona é preferível à morfina ou a AINEs nesse paciente.
Dado o risco de infecção em foco odontogênico, é indicada a extração imediata do dente 28, mesmo sem antibiótico profilático e tempo de sangramento alterado.
O atendimento odontológico a pacientes com necessidades especiais requer conhecimento técnico e adaptações específicas para garantir um tratamento seguro e eficaz. A avaliação prévia do paciente é fundamental para identificar suas condições sistêmicas, limitações motoras e necessidades individuais. No caso de pacientes com Doença de Parkinson, algumas particularidades devem ser consideradas durante o atendimento ambulatorial, incluindo:
Evitar inclinar a cadeira odontológica em ângulo maior do que 45° para facilitar a deglutição de saliva, evitando episódios de engasgo.
Nos casos avançados da doença, nos quais o usuário não consegue cooperar, podem ser requeridas, para a realização do tratamento odontológico, a sedação oral, a sedação endovenosa e, sendo contra indicado, a anestesia geral.
Bochechos com clorexidina ou outros antissépticos bucais devem ser prescritos, devido ao alto risco de desenvolvimento da cárie dentária e doença periodontal.
Planejamentos odontológicos extensos e complexos, principalmente de caráter cirúrgico e reabilitador, devem ser realizados independente da estratégia de cuidados prévios devido à grande dificuldade de manutenção da saúde bucal por esses usuários.
A higiene bucal não pode ser realizada pela pessoa com deficiência, mas sempre pelo seu cuidador ou responsável. Nos estágios leves da doença, a utilização da escova elétrica pode ser uma alternativa.
Em relação ao atendimento odontológico a pessoas com deficiência, assinalar a alternativa CORRETA.
As equipes de saúde bucal devem estar sempre preparadas e aptas para realizar o acolhimento desses usuários, trabalhando de forma multidisciplinar sempre que necessário para a garantia de cuidados eficazes.
Como protocolo, os atendimentos de saúde a pessoas com deficiência devem ser dirigidos sempre a nível hospitalar, ainda que os pacientes sejam altamente colaboradores.
O papel da família desses pacientes pouco ou nada contribui para sucesso de tratamentos odontológicos e para a manutenção da saúde bucal do indivíduo, uma vez que a higiene oral depende exclusivamente da equipe de saúde bucal.
Técnicas de tratamentos restauradores atraumáticos odontológicos que são utilizadas amplamente em odontopediatria não devem ser indicadas para o tratamento dentário desses pacientes.
Com relação à assistência odontológica a pacientes com doença de Parkinson, assinale a alternativa correta.
Evitar o uso de isolamento absoluto em procedimentos restauradores, assim como o uso de sistema de sucção, já que essas medidas podem gerar lesões na mucosa bucal devido aos movimentos involuntários do paciente.
Ter cuidado na estabilização da cabeça e do tronco do paciente, evitando movimentos de flexão ou extensão do pescoço, devido à maior instabilidade da articulação atlantoaxial.
Utilizar abridores de boca, contribuindo para promover maior relaxamento do usuário nas atividades de abertura bucal e nos movimentos involuntários.
Inclinar a cadeira odontológica em ângulo maior do que 45º, para promover o relaxamento da musculatura cervical, a fim de facilitar a estabilização da cabeça do paciente.
Evitar a estimulação sonora e visual, pois essas situações podem favorecer o desencadeamento de reflexos da tonicidade do labirinto.


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Em relação aos cuidados odontológicos em pacientes imunocomprometidos internados em ambiente hospitalar, como Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) ou enfermarias de transplante, analise as assertivas abaixo:
I. O uso de clorexidina a 0,12% como antisséptico bucal é recomendado como medida preventiva auxiliar em pacientes imunossuprimidos, com evidência de redução do risco de pneumonia nosocomial.
II. Procedimentos odontológicos eletivos, como raspagens e profilaxias, devem ser evitados em fases ativas de quimioterapia ou mielossupressão intensa, mesmo com anestesia local.
III. O uso rigoroso de EPIs protege tanto a equipe quanto o paciente imunocomprometido, reduzindo o risco de infecção cruzada.
IV. A rastreabilidade dos ciclos de esterilização de instrumentais odontológicos é prática recomendada em odontologia hospitalar, sobretudo em setores com pacientes de alto risco imunológico.
Quais estão corretas?
Apenas I e II.
Apenas I, II e IV.
Apenas I, III e IV.
Apenas II, III e IV.
I, II, III e IV.
Sobre o atendimento odontológico a pacientes com necessidades especiais, assinale a alternativa CORRETA:
Pacientes com deficiência mental leve não podem ser atendidos em consultório odontológico convencional, sendo obrigatória a presença de anestesista para qualquer procedimento invasivo.
O uso de contenção física, mesmo com termo de consentimento, é proibido pelo Código de Ética Odontológica em qualquer situação clínica.
O cirurgião-dentista deve sempre solicitar interconsulta médica antes de iniciar qualquer procedimento em pacientes com deficiência física ou intelectual.
O atendimento odontológico a pacientes com necessidades especiais deve seguir os princípios da humanização, acessibilidade, consentimento livre e esclarecido, e individualização do plano de tratamento.
Apenas unidades hospitalares com centro cirúrgico estão autorizadas a realizar procedimentos odontológicos em pacientes com paralisia cerebral ou distúrbios neuromotores.
Portadores de necessidades especiais são pessoas com deficiências que precisam de cuidados para atividades diárias. Ao se tratar de pacientes com Síndrome de Down, são algumas das manifestações bucais que comumente os afeta:
microglossia e ageusia
macroglossia e taurodontia
língua fissurada e xerostomia
língua geográfica e amelogênese imperfeita
Segundo Andrade (2014), a classificação em função do estado físico de uma gestante no último trimestre de gestação é ASA:
I
II
III
IV
V
Quando se fala em SB durante a gestação, o objetivo é estabelecer uma condição saudável tanto para a mãe quanto para o bebê. Além disso, a inclusão de hábitos saudáveis pode favorecer a prevenção de doenças bucais no início da infância da criança, que se refletem na SB ao longo da vida. Sobre o atendimento odontológico para gestantes, avalie as afirmativas a seguir:
I- A gestante pode fazer radiografias.
II- Os dentes enfraquecem durante a gestação.
III- O tratamento odontológico deve ser evitado durante a gravidez.
IV- A gestante pode fazer qualquer procedimento odontológico.
Está CORRETO apenas o que se afirma em
I.
I e III.
I e IV.
II, III e IV.
II e IV.


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A especialidade é uma área específica do conhecimento, exercida por profissional qualificado a executar procedimentos de maior complexidade, na busca de eficácia e da eficiência de suas ações.
Certo
Errado
O Diabetes Mellitus é um problema de saúde pública, com importante morbidade decorrente de complicações agudas e crônicas e alta taxa de hospitalizações e de mortalidade. A conduta do cirurgião dentista para atendimento de pacientes diabéticos devem considerar, exceto:
O cirurgião-dentista não deve executar procedimentos se os níveis de glicemia capilar apontarem valores inferiores a 70 mg/dl, a fim de prevenir crise hipoglicêmica.
Não existem valores hiperglicêmicos definidos que restrinjam o atendimento odontológico ambulatorial. Mas quando a glicemia está acima de 250 mg/dl e houver sinais e sintomas, tais como náuseas, letargia, dor abdominal, dispneia, alterações visuais a consulta deve ser postergada.
O uso de anestésico com vasoconstritores para pacientes com DM é recomendado. Indica-se anestésico com adrenalina 1:100.000 obedecendo-se às doses máximas recomendadas.
A insuficiência renal crônica é uma comorbidade presente em aproximadamente 30% a 40% dos pacientes com DM. Nesse caso, devemos evitar a prescrição de longo prazo de anti-inflamatórios não esteroidais, que são medicamentos metabolizados nos rins.
A hipoglicemia é definida por valores sanguíneos de glicose abaixo de 60 mg/dl no sangue. Pode ser assintomática ou vir acompanhada de sintomas que incluem irritabilidade, sudorese, tontura dentre outras, se não tratada pode evoluir para cetoacidose diabética (CAD) e o estado hiperglicêmico hiperosmolar (EHH), e podem ocorrer no diabetes mellitus tipos 1 e 2 (DM1 e DM2).
O manejo de pacientes diabéticos no pós-operatório odontológico exige uma abordagem multidisciplinar e cuidados específicos para prevenir complicações. Com base nesse contexto, analise as alternativas abaixo e assinale a correta.
A abordagem multidisciplinar é desnecessária, já que o controle metabólico dos pacientes pode ser gerido exclusivamente pela equipe odontológica.
O uso de enxaguatórios antissépticos é dispensável no pós-operatório de pacientes diabéticos, pois os cuidados com a higiene bucal não influenciam na recuperação do sítio cirúrgico.
O controle glicêmico em pacientes diabéticos é fundamental para a cicatrização, exigindo cuidados como ajustes na dieta, uso de enxaguatórios antissépticos e monitoramento frequente.
Pacientes diabéticos no pós-operatório odontológico podem ser monitorados com a mesma periodicidade de pacientes sem condições metabólicas, já que o impacto no processo de cicatrização é semelhante.
A doença de Alzheimer é o tipo de demência mais prevalente na população. Sobre as fases da demência e os cuidados à saúde bucal, é correto afirmar:
na fase inicial da demência, a higiene bucal deve ser realizada pelo paciente sob a supervisão dos cuidadores ou responsáveis.
nas fases inicial e moderada, o uso de benzodiazepínicos é fundamental para que o profissional complete todo tratamento odontológico.
na fase grave (estágio avançado), são indicadas condutas clínicas de mínima intervenção que visam à adequação do meio bucal e à qualidade de vida.
desde as fases iniciais, o tratamento odontológico deve ser realizado em ambiente hospitalar.
na fase moderada, os pacientes sob assistência domiciliar apresentam maior risco de pneumonia nosocomial.
A crise convulsiva é uma alteração súbita de função do Sistema Nervoso Central (SNC) resultante de uma descarga elétrica paroxística de alta voltagem, que pode ocorrer na porção neural do telencéfalo ou tronco cerebral. A descarga pode iniciar-se, espontaneamente, em neurônios patológicos ou normais, desencadeada por estímulos elétricos, farmacológicos ou fisiológicos, sendo que o tratamento odontológico, quando malconduzido, pode promover essa descarga elétrica e proporcionar uma crise convulsiva. Assim, é necessário que o cirurgião-dentista esteja apto a reconhecer e saber intervir diante de uma emergência médica ocasionada por uma convulsão. A melhor forma com a qual o cirurgião dentista deve proceder diante de uma crise convulsiva no consultório odontológico é:
afrouxar as roupas do paciente e deixá-lo na posição supina, protegendo a cabeça para evitar traumatismos. Deve-se colocar uma toalha entre os dentes para evitar ferimentos em tecidos moles ou trauma dentário e fazer uso de oxigênio se observar cianose no paciente.
afrouxar as roupas do paciente e posicionar a cabeça para o lado para evitar aspiração da saliva, protegendo a cabeça para evitar traumatismos. Se possível, deve-se colocar uma toalha entre os dentes para evitar ferimentos em tecidos moles ou trauma dentário.
afrouxar as roupas e posicionar o paciente em decúbito dorsal para permitir uma melhor oxigenação e proteger a cabeça para evitar traumatismos. Deve-se colocar uma toalha entre os dentes para evitar ferimentos em tecidos moles ou trauma dentário, imobilizando o paciente na própria cadeira odontológica.
afrouxar as roupas e posicionar o paciente em decúbito dorsal em uma superfície plana, protegendo a cabeça para evitar traumatismos. Deve-se colocar uma toalha entre os dentes para evitar ferimentos em tecidos moles ou trauma dentário e fazer uso de oxigênio se observar cianose no paciente.


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Segundo o Guia de Atenção à Saúde Bucal da Pessoa com Deficiência do Ministério da Saúde (2019), as principais ações para a articulação entre a PNSPD e a APS, nas quais a assistência em saúde bucal deve participar, são:
busca ativa, acolhimento, realizar a avaliação do usuário, manejo do comportamento, assistência às queixas, orientar a realização de exames complementares, acompanhar a evolução de cada caso e, quando houver necessidade, encaminhar às unidades de atenção especializada.
acolhimento, realizar a avaliação do usuário, manejo do comportamento, assistência às queixas, orientar a realização de exames complementares e encaminhar para as unidades de atenção especializada.
busca ativa, acolhimento, realizar a avaliação do usuário, manejo do comportamento, assistência às queixas, orientar a realização de exames complementares e encaminhar para a atenção de alta complexidade.
busca ativa, realizar a avaliação do usuário, assistência às queixas, orientar e acompanhar a evolução de cada caso e encaminhar às unidades de atenção hospitalar, agendando os retornos para prevenção de saúde oral.
A síndrome da imunodeficiência adquirida (Aids) é uma doença causada após a infecção do organismo humano pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). O portador de HIV pode e deve ser atendido na AB, e todos os pacientes devem ser tratados dentro das normas de biossegurança, minimizando os riscos de contaminação do cirurgião-dentista, da equipe auxiliar, do paciente e de pessoas de convívio rotineiro. O Ministério da Saúde (2018) estabelece que, na abordagem do paciente que convive com HIV/Aids, devem ser observados os seguintes cuidados, EXCETO:
Avaliar o estado imunológico dos pacientes (modificações no tratamento odontológico devem considerar a situação clínica).
Considerar as condições sistêmicas quando realizar procedimentos com risco de bacteremia e conforme a contagem de CD4; maior que 500 células/μl: significa grave comprometimento imunológico e existe a necessidade de profilaxia antibiótica.
Prevenir e tratar as lesões estomatológicas (infecções oportunistas, doença periodontal, lesões de tecidos moles, neoplasias) e controlar os efeitos das medicações (xerostomia).
Solicitar exames complementares de imagem (preferencialmente radiografia panorâmica para avaliação da situação bucal e presença de focos infecciosos) e laboratoriais, conforme o procedimento a ser realizado (se cruentos: hemograma com plaquetas – variações quantitativas e qualitativas das hemácias, leucócitos e plaquetas; coagulograma – TP, TTPA e INR; contagem de CD4 e avaliação médica por escrito ou por telefone).
Realizar normalmente procedimentos não cruentos.
Embora, tradicionalmente, a Doença de Parkinson tenha sido diagnosticada como um distúrbio motor, hoje é reconhecida como uma desordem complexa que inclui diversas características clínicas, como manifestações neuropsiquiátricas, perda cognitiva e demência, psicoses e alucinações, depressão, ansiedade, apatia, distúrbios do sono, fadiga, além de disfunção autonômica, dor, distúrbios sensoriais, alterações dermatológicas e rinorreia.
Marque a alternativa que corresponde a sinais não motores associados à Doença de Parkinson.
Tremores no estado de repouso.
Acinesia.
Distúrbios do sono.
Micrografia
Instabilidade postural.
Paciente usuário de anticoagulante (marevan), com intervenção cirúrgica para exodontia do dente primeiro molar inferior esquerdo, previamente agendada, comparece ao seu consultório com RNI 3,4 (exame realizado no dia anterior). Qual a sua conduta?
Suspende a intervenção e remarca para depois de 1 semana
Suspende a medicação e remarca a intervenção para depois de 5 dias
Encaminha o paciente ao médico responsável solicitando suspender a medicação e remarca para depois de 1 semana
Realiza a intervenção
De acordo com a Convenção Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, em seu Artigo 1º, e com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, em seu Artigo 2º, define:
“Pessoas com deficiência são aquelas que têm _________________ de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem ________________ sua participação plena e efetiva na sociedade em __________________ de condições com as demais pessoas.”
Marque a alternativa que preenche corretamente as lacunas no texto.
impedimentos, obstruir, igualdades.
limitações, comprometer, igualdades.
impedimentos, comprometer, desarmonia.
limitações, obstruir, desarmonia.
limitações, interromper, igualdades.


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