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Em 1943, Pfeiffer foi o primeiro a revisar uma série de casos com enoftalmo traumático e propôs um possível mecanismo de fratura do assoalho orbitário. Em 1957, Smith e Regan reproduziram fraturas blow-out, experimentalmente em cadáveres. Converse e Smith introduziram os conceitos da fratura blow-out pura, na qual somente o assoalho da órbita é envolvido. É um sinal clínico da fratura blow-out:
a parestesia do nervo supraorbitário.
a diplopia.
a ptose palpebral.
a enoftalmia.