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Na clínica diária, frequentemente a adrenalina é utilizada para controle da hemostasia durante o procedimento cirúrgico. Essa ação local da adrenalina na hemostasia acontece em decorrência
da alta concentração tecidual de adrenalina com estimulação predominante dos receptores betas
da injeção local da adrenalina que estimula indiretamente os receptores beta 2, causando a hemostasia.
da aplicação local da adrenalina que produz altas concentrações teciduais, estimulando diretamente os receptores beta 2 com ação de vasoconstricção periférica.
da aplicação local da adrenalina que estimula, de forma direta, os receptores alfas, resultando na hemostasia desejada.