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Quando a polpa dentária é sujeita a injúrias bacterianas, térmicas, químicas ou mecânicas é desencadeada a formação de dentina reparadora. Um material protetor ideal poderá ser utilizado se for capaz de:
Proteger o complexo amelocementário de impulsos elétricos e térmicos.
Reminelizar de forma ligeira grande parte da dentina que sofreu algum tipo de agressão de forma ligeira.
Ser anódico, biocompatível, manter a vitalidade pulpar e estimular a nova formação de dentina.
Inibir a interação de íons metálicos de restaurações indiretas com a polpa, evitando assim a necrose pulpar.