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Tendo em vista os novos conhecimentos adquiridos sobre a transmissão precoce da microbiota cariogênica e o seu impacto sobre a atividade cariogênica das crianças, algumas informações podem ajudar a formulação de novas estratégias clínicas para o controle da doença cárie e do aparecimento de lesões. Segundo BARATIERI (2015), em relação ao enunciado acima, assinale a alternativa incorreta:
O consumo frequente e moderado de sacarose favorece a colonização e dominância dos EGM (estreptococos do grupo mutans) nos biofilmes bucais das crianças.
O principal modo de transmissão da infecção cariogênica se dá verticalmente entre as gerações e, quase sempre, segue a vertente matriarcal.
Há suspeitas de que a virulência dos EGM (estreptococos do grupo mutans) possa variar entre as diferentes cepas, pois nos casos em que foram encontrados plasmídios nesses microrganismos havia correlação com a alta atividade cariogênica.
Crianças precocemente colonizadas por S.sanguinis exibiram atraso na colonização por EGM (estreptococos do grupo mutans), o que pode ser explicado pelo conhecido antagonismo entre essas espécies microbianas. Tendo em vista este fenômeno, acredita-se que no futuro seja possível controlar ou alterar o padrão e a época de colonização dos EGM, desde que se consiga entender como e quando as crianças são colonizadas pelos outros microrganismos da microbiota nativa.