Quando aplicamos ácido sobre o esmalte, sua estrutura sofre alterações morfológicas, apresentando três padrões bem distintos. Segundo BOTTINO (2009), é verdadeiro afirmar sobre o tipo I:
Quando o ácido desmineraliza de preferência as áreas periféricas dos prismas.
Quando o ácido ataca preferencialmente a periferia dos prismas, desmineralizando bem menos o seu centro.
Em esmalte aprismático, quando ocorre uma descalcificação superficial sem exposição dos prismas subjacentes.
Quando o ácido ataca preferencialmente o centro dos prismas, desmineralizando bem menos sua periferia.