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Segundo Neville et al (2016), sobre as patologias ósseas dos maxilares, é correto afirmar que:
as lesões mandibulares de displasia fibrosa monostótica passam a ser poliostóticas quando acometem os ossos adjacentes como zigoma e esfenoide.
antes do estágio esclerótico final, a displasia óssea consiste em tecido arenoso que pode ser curetado mediante pequenos fragmentos durante a biópsia. Em contraste, os fibromas ossificantes tendem a se separar facilmente do osso e são removidos em uma ou várias massas grandes.
as lesões grandes de fibroma ossificante resultam em aumento de volume indoior do osso envolvido, podendo causar assimetria facial e, frequentemente, dor e parestesia.
osteomas nos ossos gnáticos são mais comuns que nos seios paranasais.
a maioria dos pesquisadores considera o cementobiastoma uma lesão agressiva já que podem ser observados sinais como expansão óssea, erosão cortical, deslocamento dos dentes adjacentes, envolvimento de vários dentes, envolvimento dos seios maxilares e infiltração de câmara pulpar e raízes.