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Sobre a Fratura Le Fort II, é correto afirmar que:

Sobre a Fratura Le Fort II, é correto afirmar que:


A

é o traço de fratura horizontal do maxilar (maxilas) desde a base da abertura piriforme até os processos pterigoides, passando logo acima dos ápices dos dentes superiores; separa processos alveolares, dentes e palato do resto do viscerocrânio.


B

envolve, de ambos os lados, o osso nasal, processo frontal da maxila, lacrimal, soalho da órbita, processo zigomático da maxila (superfície póstero-lateral do seio maxilar) e processo pterigoide; em consequência, desloca um fragmento que inclui a porção central do viscerocrânio, palato e processo alveolar.


C

é uma linha de fratura horizontal que passa, de cada lado, pela sutura frontonasal, sutura frontomaxilar, lacrimal, etmóide, fissura orbital superior, asa maior do esfenóide e sutura frontozigomática; o enorme fragmento resultante dessa disjunção craniofacial é o próprio viscerocrânio, que se separa completamente do neurocrânio quando há fratura concomitante do arco zigomático.


D

tem disjunção ao nível da região mediana da maxila, entre os processos horizontais do osso da palatina.


E

é a associação entre fratura transversa baixa unilateral e uma fratura mediana da maxila.