

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
A identificação ou suspeita da Diabetes em pacientes no consultório odontológico obriga o encaminhamento ao atendimento médico antes do início do tratamento, salvo em casos de urgência odontológica. Cada paciente portador de diabetes deve ser assistido de forma peculiar, pois, características da doença assumem forma mais marcante do que outras, em cada indivíduo. Com relação ao paciente diabético e a conduta clínica no consultório odontológico, assinale a alternativa INCORRETA.
Alguns anti-inflamatórios não-esteroides, como o Ácido Acetil Salicílico (AAS), podem competir com os hipoglicemiantes orais pelos mesmos sítios de ligação com proteínas plasmáticas, deslocando-as e impedindo a ligação destas. Assim, esses hipoglicemiantes podem ter seu efeito potencializado ocasionando um quadro de hipoglicemia. Portanto, antes do cirurgião-dentista prescrever anti-inflamatórios não-esteroides para um paciente diabético, pode ser necessário trocar informações com o médico que atende o paciente.
Apesar dos pacientes estarem tomando a medicação corretamente, e realizando dieta adequada, eles podem apresentar focos de infecção oral por estarem descompensados. O exame radiográfico panorâmico anual é muito importante para a detecção desses focos infecciosos, bem como radiografias periapicais quando se suspeitar de lesões periapicais, necrose pulpar e focos isolados de infecção.
As principais enfermidades bucais associadas à Diabetes Mellitus Tipo I são: processo periodontal crônico avançado, candidíase pseudomembranosa e eritematosa, queilite angular, varicosidade lingual, úlcera traumática, hiperplasia gengival e gengivite, glossidínia e hipertrofia das papilas filiformes.
O uso de vasoconstrictores do grupo das catecolaminas deve ser evitado nesse tipo de paciente até que haja o controle da glicemia. Em pacientes com foco de infecção, é recomendado o emprego de solução anestésica que contenha felipressina, como a prilocaína 3%.