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Sempre que as estruturas faciais são traumatizadas, o objetivo do tratamento é a reabilitação máxima do paciente. Nas fraturas faciais, os objetivos do tratamento incluem a rápida cicatrização óssea, o retorno das funções ocular, mastigatória e nasal normais, a recuperação da fala e um resultado estético facial e dentário aceitável. Para alcançar esses objetivos, os seguintes princípios cirúrgicos básicos devem servir de guia para o tratamento das fraturas faciais: redução da fratura (ou seja, reposição dos segmentos ósseos em suas corretas posições anatômicas) e fixação dos segmentos ósseos para imobilizar os segmentos no local da fratura. Com relação ao tratamento de fraturas faciais, marque a alternativa INCORRETA:
Três pilares existem bilateralmente, formando o suporte primário vertical da face: o nasomaxilar, o zigomático e o pterigomaxilar.
Independentemente do tipo de fratura ou da abordagem cirúrgica usada, o procedimento inicial deve ser a redução apropriada das fraturas ósseas e, a seguir, o posicionamento dos dentes em sua oclusão correta. O reparo ósseo deve sempre suceder o reparo do tecido mole.
Na abordagem das fraturas faciais, o cirurgião-dentista deve tentar reconstruir a face com base no conceito de que certas estruturas ósseas do esqueleto facial fornecem o suporte primário nos sentidos vertical e anteroposterior.
A oclusão original deve ser restaurada e qualquer infecção na área da fratura, erradicada ou prevenida.
As estruturas que suportam a projeção facial no sentido anteroposterior incluem a barra frontal, o arco zigomático e o complexo zigomático, os alvéolos maxilares e o palato e o segmento basal da mandíbula.