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Uma evidência crescente sugere que o estresse emocional e acontecimentos de vida negativos podem desempenhar um papel importante no desenvolvimento e na progressão da periodontite e que eles também podem modificar a resposta ao tratamento periodontal.
Considerando a relação estresse e a doença periodontal, é correto afirmar que
a diminuição do cortisol suprime a resposta imune diretamente mediante à supressão da atividade neutrofílica, produção de imunoglobulina G e secreção de imunoglobulina A salivar.
um maior estresse psicológico foi significativamente associado a níveis mais baixos de interleucina-6 e de metaloproteinase de matriz-5, bem como a uma recuperação significativamente mais dolorosa, mais deficiente e mais lenta.
o estresse também pode afetar a resposta imune celular diretamente por meio de uma diminuição na liberação de neurotransmissores, incluindo epinefrina, norepinefrina, neurocinina e substância P aumentando a resposta imune.
o estresse e as desordens psicossomáticas possuem maior probabilidade para causar impacto sobre a saúde periodontal por meio de alterações no comportamento do indivíduo e mediante interações complexas entre os sistemas nervoso, endócrino e imune.