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Os retalhos periodontais podem ser classificados com base nos seguintes fatores: exposição óssea após a reflexão do retalho, colocação do retalho após a cirurgia e manejo da papila.
Baseando-se nessa classificação, é correto afirmar que
no retalho de espessura total, todo o tecido mole, incluindo o periósteo, é rebatido para expor o osso subjacente. Essa exposição completa e o acesso ao osso subjacente são indicados quando se contempla a cirurgia óssea ressectiva.
os retalhos deslocados coronalmente têm a importante vantagem de preservar a porção externa da parede da bolsa e transformá-la em gengiva inserida. Esses retalhos atingem objetivo duplo de eliminar a bolsa e aumentar a largura da gengiva inserida.
quanto ao manejo da papila, os retalhos podem ser convencionais ou de preservação da papila. Os retalhos de preservação da papila incluem o retalho de Widman modificado, o retalho não deslocado, o retalho deslocado apicalmente e o retalho para procedimentos reconstrutivos.
o retalho de preservação e de papila é utilizado (1) quando os espaços interdentais são estreitos demais, eliminando com isso a possibilidade de preservar a papila e (2) quando o retalho tiver de ser deslocado.