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A natureza evolutiva do abscesso periapical agudo faz com que o paciente experimente sensações dolorosas importantes associadas a alterações faciais e sistêmicas. A intervenção profissional não promove, necessariamente, o desaparecimento imediato dos sinais e sintomas. Isto faz com que diferentes abordagens de tratamento, tanto local quanto sistêmico, sejam instituídas pelos profissionais, independentemente da fase evolutiva em que se encontra essa doença periapical: inicial, em evolução e evoluído. A conduta mais adequada de tratamento, numa sequência lógica, seria:
O paciente deve ser encaminhado diretamente para o endodontista realizar o tratamento endodôntico.
Tentativa de drenagem da coleção purulenta, abertura coronária, medicação intracanal antisséptica e selamento provisório.
Abertura coronária, medicação intracanal antisséptica e selamento provisório. Terapêutica medicamentosa sistêmica, quando necessária.
Apenas terapêutica medicamentosa sistêmica até cessar em os sinais e sintomas agudos.
Tentativa de drenagem da coleção purulenta, abertura coronária com neutralização imediata e traspasse foraminal, medicação intracanal antisséptica e selamento provisório. Terapêutica medicamentosa sistêmica, quando necessária.