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Considerando a adequação comportamental do paciente para atendimento odontológico, é CORRETO afirmar que
o atendimento odontológico do paciente portador de paralisia cerebral só é possível sob anestesia geral.
as consultas devem ser rápidas, evitando, assim, fadiga muscular do paciente com paralisia cerebral.
a única técnica de manejo do comportamento em que há 100% de sucesso frente a qualquer distúrbio mental ou físico é dizer-mostrar-fazer.
não é preciso conversar nem explicar os procedimentos, e todo paciente “cadeirante” deve sempre ser atendido na própria cadeira de rodas.
no caso de indivíduos não colaborativos, recomenda-se usar contenção física, independentemente de consentimento, a fim de controlar os movimentos involuntários do paciente e evitar acidentes.