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Para a confecção de próteses totais removíveis, sabe-se que a mucosa e o rebordo subjacente dos pacientes edêntulos são os responsáveis pelo suporte das mesmas e determinantes na sua retenção e estabilidade. Para o assentamento correto de uma prótese total e a efetivação das forças de adesão, coesão e tensão superficial, é necessário que o vedamento periférico e posterior tenham sido realizados de maneira satisfatória.
Está CORRETO afirmar:
A área de vedamento posterior da prótese total superior, também chamada de zona de postdammnig, é uma região anatômica complexa, onde a prótese deverá comprimir e se estender até a junção do palato duro e palato mole do paciente.
Ciente das variações anatômicas de cada paciente, pode-se afirmar que quanto menos o palato mole se movimentar na região de selamento posterior, menor será a retenção da prótese.
O limite anterior do selamento palatino posterior pode ser verificado com a manobra de Valsalva, minimizando a compressão indesejável da prótese total na região do palato duro.
O limite posterior da prótese total superior deve ultrapassar a linha imaginária que une a chanfradura pterigomaxilar de um lado ao outro e comprimir o palato mole na sua região de maior movimentação.
Os palatos moles classe III (Classificação de House) são os mais favoráveis para o selamento posterior da prótese total e sua retenção.