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No que se refere às fraturas coronárias e radiculares de incisivos permanentes, fraturas não complicadas estão confinadas ao esmalte ou esmalte e dentina, mas não envolvem a polpa. O caso mais comum é uma fratura oblíqua da porção mesial ou distal de um incisivo. Nesse caso, a conduta correta seria:
I. radiografias periapicais e testes de sensibilidade da polpa. Diversos ângulos podem ser necessários para excluir outras lesões.
II. fraturas de esmalte: suavização de extremidades pontiagudas com um disco ou restauração com resina composta, se necessário.
III. fratura de esmalte e dentina: cobrir a dentina com cimento de ionômero de vidro e então restaurar a coroa com resina composta imediatamente ou na consulta de revisão.
Está correto o contido em
II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.