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Periodontia, diabetes, fatores hormonais e tabagismo possuem efeitos profundos e de grande alcance no hospedeiro, incluindo os efeitos sobre a resposta inflamatória e o sistema imune, portanto, eles têm potencial para modificar a apresentação clínica e a progressão da doença periodontal. De acordo com LINDHE, é CORRETO afirmar que:
Os defeitos de quimiotaxia e a função aumentada dos leucócitos polimorfonucleares em diabéticos não controlados podem ajudar a prejudicar as defesas do hospedeiro e a progressão da infecção periodontal.
Uma combinação da resposta vascular induzida pela progesterona e os efeitos estimuladores da matriz pelo estradiol contribuem para o desenvolvimento do granuloma gravídico, cujas lesões aparecem com mais frequência nas papilas anteriores dos dentes inferiores e sua remoção cirúrgica deve ser feita sempre no segundo trimestre de gravidez.
A osteoporose na mulher, após a menopausa, pode afetar a gravidade de doença preexistente, embora ela não possa ser a causa da doença periodontal, pois os níveis circulantes de estrogênio não são capazes de influenciar a densidade do osso alveolar após a menopausa.
O tabagismo tem um efeito direto sobre o osso e é um fator de risco reconhecido para a osteoporose; estudos propõem que pode haver um efeito direto sobre a perda óssea na periodontite que, indiscutivelmente, retarda a cicatrização do osso no processo de reparo de fraturas.