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Anomalias dentofaciais frequentemente podem ser tratadas por procedimentos isolados na mandíbula ou na maxila e na área da face média. Em relação às características e à correção das deformidades dentofaciais, assinalar a alternativa CORRETA:
O crescimento excessivo da mandíbula frequentemente resulta em oclusão anormal, com o molar e o canino em uma relação de Classe III e sobressaliência negativa na região de incisivos. Porém, mesmo nos casos severos, a grande sobressaliência negativa não dificulta o paciente em obter selamento labial adequado.
A característica clínica mais óbvia da deficiência mandibular é a posição protruída do mento vista de perfil. Outras características faciais frequentemente associadas à deficiência mandibular podem incluir um excesso do sulco mentolabial com aparência de proeminência do lábio inferior, embora haja uma postura normal do lábio superior. Intraoralmente, a deficiência mandibular é associada à relação de canino e molar de Classe II, sem aumento da sobressaliência na região dos incisivos.
Pacientes com excesso maxilar podem exibir más oclusões dentárias de Classe I, Classe II ou Classe III. Uma deficiência maxilar transversa com mordida cruzada posterior, palato estreito e forma de arco atrésica, é frequentemente vista com essa deformidade.
Pacientes com deficiência maxilar comumente parecem ter lábio superior retruído, deficiência dos seios paranasais e da área do rebordo infraorbitário, exposição inadequada dos dentes durante o sorriso e uma proeminência relativa do mento com relação ao terço médio da face. Por isso, a principal técnica para correção da deficiência maxilar é a osteotomia de Le Fort III.