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Durante o atendimento odontológico de rotina, não é incomum o profissional se deparar com inúmeros casos de pacientes portadores da doença periodontal. Sobre esse assunto, é CORRETO afirmar que:
Mudanças hormonais após a menopausa podem estar associadas à osteoporose, uma vez que mudanças nos níveis de hormônios circulantes contribuem para o aumento da gravidade da inflamação gengival induzida por placa e, tipicamente, resultam em aumento da suscetibilidade à periodontite.
Com relação à etiologia bacteriana Prevotellasp, um bastonete Gram-positivo, não móvel, é visto como um microrganismo chave na doença periodontal agressiva, uma vez que, em vários estudos, o insucesso do tratamento foi ligado ao fracasso na redução da carga subgengival dessa bactéria.
Os leucócitos polimorfonucleares são indiscutivelmente cruciais na defesa do periodonto. Por essa razão, indivíduos com deficiência qualitativa (fagocítica) podem comumente apresentar periodontite crônica localizada, enquanto indivíduos com neutropenia podem sofrer destruição do periodonto de todos os dentes.
Na periodontite agressiva, a quantidade de depósitos microbianos é incompatível com a gravidade da destruição do tecido periodontal, e, geralmente, a progressão da perda de inserção e perda óssea não pode ser autointerrompida.