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Segundo Fonseca, Barber e Powers (2015), qual alternativa define corretamente a classificação das fraturas naso-orbito-etmoidal, bem como seu tratamento adequado?
Tipo III é aquela em que ocorre cominuição do fragmento central ao qual o tendão cantal medial está inserido. Seu tratamento exige somente fixação do fragmento aderido ao tendão palpebral medial.
Tipo II é aquela em que o ligamento palpebral medial está inserido a um fragmento central grande. Seu tratamento exige fixação do fragmento e cantopexia transnasal.
Tipo I é aquela em que há separação da área em grandes fragmentos ósseos, sendo que o tendão palpebral medial está aderido a um deles. Seu tratamento exige redução e fixação dos fragmentos envolvidos.
Tipo II é aquela em que há somente um fragmento ósseo envolvido na fratura e o tendão palpebral medial está aderido a ele. Seu tratamento exige redução e fixação do fragmento envolvido.
Tipo III é aquela em que ocorre cominuição do fragmento central ao qual o tendão cantal medial está inserido. Seu tratamento exige cantopexia transnasal.