Imagem de fundo

Na gestação, a hipertensão arterial sistêmica (HAS) ou...

Na gestação, a hipertensão arterial sistêmica (HAS) ou hipertensão crônica (caracterizada por instalar-se anteriormente à gestação) é definida como o aumento


A

da pressão sistólica (PS) ≥ 130 mmHg e da pressão diastólica (PD) ≥ 85 mmHg, em três ocasiões distintas, espaçadas de no mínimo duas horas, antes de 24 semanas de gestação, que persiste até seis meses do pós-parto.


B

da pressão sistólica (PS) ≥ 130 mmHg e da pressão diastólica (PD) ≥ 90 mmHg, em duas ocasiões distintas, espaçadas de no mínimo duas horas, antes de 32 semanas de gestação, que persiste até três meses do pós-parto.


C

da pressão sistólica (PS) ≥ 140 mmHg e da pressão diastólica (PD) ≥ 90 mmHg, em duas ocasiões distintas, espaçadas de no mínimo quatro horas, antes de 20 semanas de gestação, que persiste até seis semanas do pós-parto.


D

da pressão sistólica (PS) ≥ 120 mmHg e da pressão diastólica (PD) ≥ 80 mmHg, em duas ocasiões distintas, espaçadas de no mínimo vinte e quatro horas, antes de 28 semanas de gestação, que persiste até duas semanas do pós-parto.


E

da pressão sistólica (PS) ≥ 140 mmHg e da pressão diastólica (PD) ≥ 90 mmHg, em quatro ocasiões distintas, espaçadas de no mínimo doze horas, antes de 32 semanas de gestação, que persiste até oito semanas do pós-parto.