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O primeiro passo, antes de começar o tratamento odontológico da paciente diabética, é classificá-la segundo seu grau de risco. Assinale a alternativa que indica o que compreende o médio risco.
Sem sequelas do diabetes, glicemia em jejum menor que 120 mg/dL, hemoglobina glicosilada (HbA1c) até 5,5, glicosúria mínima 1+, sem manifestações clínicas do diabetes, boa higiene bucal, sem quadros de hipoglicemia ou cetoacidose.
Apresentação de sequelas do diabetes, glicemia em jejum acima de 170 mg/dL, mal controle metabólico, HbA1c acima de oito, glicosúria acima de 4+, várias manifestações clínicas do diabetes, má higiene bucal, frequentes eventos de hipoglicemia e cetoacidose.
Poucas sequelas do diabetes, glicemia em jejum até 180 mg/dL, HbA1c até 9,0, glicosúria mínima entre zero e 3+, poucas manifestações clínicas do diabetes, higiene bucal razoável, sem quadros de hipoglicemia ou cetoacidose.
Poucas sequelas do diabetes, glicemia em jejum até 200 mg/dL, HbA1c até 8,5, glicosúria mínima entre zero e 3+, várias manifestações clínicas do diabetes, má higiene bucal, frequentes eventos de hipoglicemia e cetoacidose.
Poucas sequelas do diabetes, glicemia em jejum até 170 mg/dL, HbA1c até 7,5, glicosúria mínima entre zero e 3+, poucas manifestações clínicas do diabetes, higiene bucal razoável, sem quadros de hipoglicemia ou cetoacidose.