

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
O conceito de pacientes com necessidades especiais na odontologia é amplo e abrange individues que possuem uma ou mais limitações, de ordem mental, física, sensorial, emocional, de crescimento ou médica, que os impeça de serem submetidos a uma situação odontológica convencional. De acordo com Duque et al (2013), com relação ao diagnóstico e ao tratamento de pacientes com necessidades especiais, é correto afirmar que:
no atendimento de pacientes com alterações cardíacas congênitas e adquiridas, a profilaxia antibiótica é recomendada em procedimentos odontológicos, como confecção de radiografias odontológicas e colocação de aparelhos ortodônticos.
ao atender crianças portadoras de diabetes melito, a xerostomia é um fator importante a ser constatado, pois, apesar de não influenciar no risco de cárie, é responsável por aumentar o risco de desenvolvimento de gengivite.
nos casos de atendimento a pacientes com leucemia em fase de remissão, tratamentos curativos e cirúrgicos podem ser realizados, como as terapias pulpares e exodontias, levando em consideração a necessidade de profilaxia prévia a esses procedimentos.
em pacientes portadores de insuficiência renal crônica (IRC), o profissional deve estar atento, pois a maioria dos estudos tem associado a IRC à alta prevalência de cárie devido à diminuição do ph salivar.
dentre as principais características craniofaciais de crianças com anemia falciforme estão: aumento dos espaços medulares e padrão trabecular grosseiro do osso alveolar (aparência de "escada").