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Os cistos que acometem a região da cabeça e pescoço são classificados de acordo com a histogênese e a etiologia. De acordo com Duque et al (2013), a respeito do cisto paradentário, assinale a opção correta.
O cisto paradentário apresenta duas variantes clinicas: uma na face distal ou distovestibular, especialmente dos terceiros molares inferiores com história prévia de pericoronarite e outra na face vestibular, principalmente nos primeiros e segundos molares inferiores, chamado de cisto da bifurcação vestibular (CBV).
O cisto da bifurcação vestibular (CBV) acomete classicamente a superfície vestibular do segundo molar inferior e menos frequentemente o primeiro molar inferior, embora já tenha sido relatado o acometimento de pré-molares.
Para diagnóstico imaginológico do cisto da bifurcação vestibular (CBV) devemos incluir a confecção de radiografias periapical e panorâmica. Apresenta imagem radiolúcida, unilocular, podendo alterar o espaço do ligamento periodontal.
O cisto da bifurcação vestibular (CBV) não causa expansão da cortical vestibular, não se estende além dos limites do dente envolvido e não provoca o deslocamento do dente adjacente que não erupcionou.
Atualmente a opção terapêutica mais indicada para o cisto da bifurcação vestibular (CBV) é realizar a enucleação do cisto acompanhada da extração dentária, uma vez que a não remoção do dente pode ocasionar recidiva do cisto.