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O bruxismo está entre as condições clínicas odontológicas que motivam a procura do odontopediatra, sendo muitas vezes a queixa principal. Segundo Corrêa (2017), é correto afirmar que:
a avaliação do bruxismo quanto à sua origem o classifica em dois tipos: bruxismo primário, em que existe um fator associado causal para a presença da atividade muscular; e secundário, em que o agente causal não está identificado claramente.
o conhecimento científico atual não permite afirmar que fatores oclusais possam estar envolvidos na geração do bruxismo. No caso do bruxismo do sono fica claro que os dentes representam o final do evento do bruxismo e não sua causa.
o bruxismo, tanto do sono quanto da vigília, tem sua etiopatologia atribuída a alterações no Sistema Nervoso Central (SNC), ligadas a neurotransmissores, principalmente a dopamina, excluindo-se as condições ambientais e os fatores genéticos.
com relação ao diagnóstico de bruxismo, é importante alertar que, para estabelecer um diagnóstico positivo, devem-se considerar apenas as facetas dos dentes. Além de ser um parâmetro objetivo, é um procedimento confiável.
enquanto acordados, o bruxismo é considerado uma atividade parafuncional de apertamento semivoluntário e é conhecido como bruxismo em vigília. Não há estudos que relacionam o bruxismo em vigília com estresse e ansiedade ou até mesmo concentração.


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