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Nos casos de fratura coronária complicada de dentes em...

Nos casos de fratura coronária complicada de dentes em desenvolvimento, portadores de tecido pulpar vivo no segmento apical do canal radicular, procura-se preservar o remanescente de tecido apical com vitalidade e, principalmente, a bainha epitelial de Hertwig, com o objetivo de se alcançar o desenvolvimento radicular.

Em relação à técnica imediata de tratamento endodôntico desses dentes, é correto afirmar:


A

preconiza-se a manobra do tampão apical, o qual, além de servir como barreira mecânica, estimula o fechamento apical.


B

recomenda-se a realização de pulpectomia com o instrumento extirpa-polpas (ou “extirpa-nervos”), 0,5 mm aquém do ápice radiográfico, a fim de se evitar a remoção do remanescente de tecido apical e a bainha epitelial de Hertwig.


C

preconiza-se que o cone de guta-percha principal seja selecionado imediatamente após o preparo do canal radicular e que o mesmo atinja o comprimento de trabalho.


D

preconiza-se que a obturação do segmento apical radicular (tampão apical), seja realizada com material obturador provisório a base de iodofórmio e paramonoclorofenol canforado.


E

é indicada nos casos em que o segmento apical apresentar paredes divergentes.