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A mandíbula atrófica apresenta desafios para sua reconstrução em razão de suas alterações fisiológicas e anatômicas. A reabsorção progressiva leva à perda da forma e da função e predispõe o paciente a fraturas complexas de tratar.
Com esse entendimento, a alternativa que se configura ao texto.
Alterações faciais em razão das atrofias mandibulares incluem redução da dimensão vertical e conversão para uma relação de classe II, secundária ao padrão de reabsorção e autorrotação da mandíbula.
A mandíbula em processo de envelhecimento está associada com alto potencial osteogênico, devido ao aumento de célulastronco periféricas.
O alargamento progressivo da artéria alveolar inferior, presente nas atrofias mandibulares, determina uma transição do suprimento sanguíneo centrípeto para centrífugo.
As atrofias mandibulares levam a alterações anatômicas associadas ao aumento na área de superfície da mucosa oral, atrofia e relaxamento muscular na superfície profunda dos tecidos moles, inclusive envolvendo a comissura labial bilateral.
Adicionalmente, a reabsorção do osso esponjoso deixa no lugar uma estrutura basal cortical densa e primária.