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A ingestão de quantidades excessivas de flúor pode resultar em expressivos defeitos do esmalte, conhecidos como fluorose dentária. Nesse tipo de defeito, parece que o flúor cria defeitos no esmalte por meio da retenção das amelogeninas na estrutura do esmalte. Isso ocasiona a formação de esmalte hipomineralizado, que altera a reflexão da luz e cria um aspecto de áreas brancas que lembram giz.
A esse respeito, assinale a alternativa incorreta.
A maioria dos problemas associados à fluorose dentária é estética, principalmente quando os dentes anteriores são afetados. A gravidade da fluorose dentária é dose-dependente; com a ingestão elevada de flúor durante períodos críticos do desenvolvimento dentário, a fluorose é mais grave.
Indivíduos que ingerem níveis semelhantes de flúor exibem graus semelhantes de fluorose, o que sugere que não há uma influência genética.
Os dentes afetados são resistentes à cárie, e a superfície dentária alterada se apresenta como áreas com esmalte branco, opaco e sem brilho, podendo apresentar áreas de pigmentação amarelas ou marrom-escuras.
O diagnóstico definitivo requer que os defeitos sejam bilaterais e simetricamente distribuídos e deve ser encontrada evidência de consumo excessivo de flúor ou níveis elevados de flúor no esmalte ou outros tecidos.