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No ambiente da assistência à saúde, os microrganismos disseminam-se, geralmente, por contato direto ou indireto, por meio de gotículas de secreções respiratórias e pelo ar, sendo o contato o mecanismo mais importante na dinâmica de transmissão de infecções nesses ambientes. Em relação a essa questão, a prática odontológica tem algumas particularidades, conforme descrito pela Anvisa (2006). De acordo com a Anvisa, são práticas que profissional de odontologia deve adotar, EXCETO:
Se as mãos estiverem com umidade ou sujidade visível, devem ser higienizadas com soluções que dispensam enxágue imediatamente antes de iniciar qualquer atendimento.
Antes de procedimentos cirúrgicos, fazer higienização das mãos com antissépticos, preferencialmente que apresentem efeito residual.
Lavar as mãos após os procedimentos cirúrgicos, devido a resíduos deixados pela cobertura interna da luva, que podem causar irritação na pele, e pela possibilidade de contaminação da pele por secreções e sangue que eventualmente possam ter passado pelas porosidades do material.
Durante o atendimento a um mesmo paciente, é possível que seja necessário trocar as luvas e/ou higienizar as mãos mais de uma vez, devido ao rompimento ou perfuração das luvas, da interrupção do atendimento para pega de instrumentos, atendimento ao telefone, entre outros.
Utilizar produtos à base de álcool, cuja concentração do princípio ativo deve estar entre 60 e 90% p/p, de etanol ou isopropanol (solução alcoólica).