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Uma etapa importante para a confecção de uma prótese total é delimitar nos modelos iniciais os limites da área basal, pois esta será correspondente à área coberta pela prótese. Sobre as áreas basais garante-se que
na maxila, a área de post damming deve ligar uma tuberosidade à outra em uma parábola invadindo cerca de 3 cm o palato duro, para dar conforto ao paciente.
na mandíbula deve-se cobrir a área de trígono retromolar por trás da papila piriforme até encontrar a linha oblíqua interna para proporcionar estabilidade à prótese.
na maxila o palato mole deve ser invadido em cerca de 3 a 5 cm para promover selamento posterior da prótese e melhor retenção.
na mandíbula não devemos invadir a área de fundo de sulco gengivogeniano posterior abaixo da linha oblíqua externa para não invadir a inserção muscular.
na maxila é importante evitar as áreas de tuberosidade para melhorar a retenção final da prótese, visto que nesta área há muitas inserções musculares.