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Atualmente, a fluorose dentária não é um problema grave de saúde pública na maioria das cidades do Brasil, pois, em áreas com água fluoretada, sua prevalência é de 30%. Segundo o SB Brasil 2010, em crianças de 12 anos, a prevalência de fluorose “moderada” foi identificada em 1,5% das crianças e a “grave” foi considerada nula. Partindo do pressuposto de que “o grau de alterações no processo de mineralização é função direta da dose de fluoreto a que a criança está sujeita (mg F/kg/dia) e o tempo de duração da dose" (Fejerskov et al., 1994 apud Ministério da Saúde, 2018), assinale a alternativa INCORRETA.
Após a infância, os dentes que seguirem a cronologia normal de desenvolvimento não serão mais acometidos por fluorose.
Na fase adulta, não há mais risco de fluorose dentária mesmo que se utilize terapias com flúor com doses acima de 2000 ppm/dia.
Todo indivíduo exposto a altas doses de flúor apresentará fluorose “moderada” em algum dente.
Indivíduos que ingerirem flúor em altas doses poderão ter fluorose somente nos dentes que estiverem em fase de formação da coroa dentária no período dessa exposição.