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(PMBS/URCA 2025) As infecções orais geralmente são assintomáticas e por isso muitas vezes não recebem a devida importância. Contudo, essas podem resultar em bacteremia e septicemia, quando não diagnosticadas e tratadas adequadamente, disseminando-se através de espaços anatômicos superficiais e profundos, afetando estruturas nobres. A Angina de Ludwig é uma das complicações de infecções mais prevalentes e potencialmente fatais. Em relação a essa patologia é CORRETO afirmar que:
Caso a angina seja originada de uma necrose pulpar, devese tratar endodonticamente o dente afetado e aguardar a remissão do quadro.
Nos primeiros estágios da doença, os pacientes podem ser tratados com monitoramento e antibióticos intravenosos específicos para bactérias gram-negativas comuns nessa infecção como Escherichia coli, Klebsiella spp, Proteus spp e Enterobacter spp.
O diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento e para evitar complicações, conhecer os principais achados clínicos é fator primordial para isso. Inchaço no pescoço, dor no pescoço, trismo muscular, febre, disfagia e dispneia são os sintomas mais relatados.
Comorbidades como hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus não parecem afetar a progressão do quadro da angina de Ludwig.
A angina de Ludwig é uma celulite facial grave que afeta os espaços submandibular, sublingual, submaxilar, subaracnoide, submentoniano, parafaríngeo, seios maxilares paranasais e frontal., produzindo inchaço bilateral e complicações respiratórias graves quando não tratada de forma adequada.