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(PMBS/URCA 2025) O amálgama de prata tem sido usado em restaurações por mais de 150 anos. Inúmeras discussões têm vindo à tona nos últimos anos devido ao potencial risco tóxico do mercúrio. Assim é CORRETO afirmar que:
Atualmente a forma mais significante de absorção do mercúrio pelos humanos é pela ingestão contínua durante a corrosão de restaurações de amálgama.
Os níveis de mercúrio no sangue de pessoas portadoras de restaurações de amálgama chega a ser 7 vezes menor do que em pessoas que se alimentam de frutos do mar 1 vez por semana.
O excesso e resto de amálgama deve ser esterilizado e descartado o mais rápido possível, em saco plástico identificado.
Devido à propriedade galvânica do amálgama, deve-se evitar o uso de refrigeração durante o acabamento e polimento das restaurações.
A corrosão do amálgama é um fator que aumenta proporcionalmente à quantidade de cobre na liga metálica.


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