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A forma de resistência em um preparo cavitário baseia-se em princípios biomecânicos para evitar a fratura das paredes cavitárias ou do material restaurador. De acordo com os conceitos clássicos sobre a forma de resistência em preparos para amálgama, é correto afirmar:
as paredes vestibular e lingual da caixa proximal devem ser convergentes no sentido gengivo-oclusal e divergentes no sentido áxio-proximal.
paredes circundantes da caixa oclusal paralelas entre si proporcionam bordas de restauração com espessura suficiente para suportar as cargas mastigatórias.
o ângulo cavossuperficial ideal das cavidades para amálgama deve ser de 90º para compensar a baixa resistência de borda desse material.
as paredes circundantes da caixa oclusal para amálgama devem ser perpendiculares ao eixo longitudinal do dente e levemente divergentes entre si.
as paredes pulpar e gengival devem ser planas e perpendiculares entre si.