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Um paciente de 52 anos, com ausência de quatro prémolares superiores, busca uma reabilitação que propicie conforto estético-funcional e preservação das estruturas remanescentes. Após análise clínica e radiográfica, o cirurgião-dentista protetista considera a instalação de coroas sobre implantes em algumas áreas e pontes fixas convencionais em outras. Como essa decisão pode ser embasada?
Restringindo-se à análise do custo de materiais, pois a adaptação biomecânica é idêntica entre próteses sobre implantes e pontes fixas convencionais.
Desconsiderando fatores oclusais e periodontais, pois a estabilidade de implantes é garantida unicamente pela osseointegração inicial.
Optando por próteses removíveis em todas as regiões, já que a combinação de pontes fixas e implantes sempre acarreta falhas.
Avaliando a qualidade e quantidade óssea, a proporção coroa-raiz dos dentes pilar, as condições oclusais e a expectativa do paciente, definindo uma reabilitação mista (implante e ponte fixa) baseada na anatomia e no suporte biomecânico adequado.