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Mesmo que um determinado dente apresente um dos requisitos para remoção, em algumas situações ele não deve ser removido, seja por outros fatores ou por contraindicações para a extração. Esses fatores, assim como as indicações, são relativos. Em certas situações, a contraindicação pode ser modificada pelo emprego de cuidados ou tratamentos adicionais; assim, a extração indicada pode ser feita. Em outras situações, entretanto, a contraindicação pode ser tão significativa que o dente não deve ser removido sem que se tomem precauções especiais. Em geral, as contraindicações são divididas em dois grupos: sistêmica e local. De acordo com Hupp (2021), assinale a opção que apresenta contraindicações sistêmicas em que a cirurgia eletiva deva ser adiada.
Infecção do sistema respiratório ou chiado, pacientes com pericoronarite e dentes localizados em área de tumor maligno.
Pacientes em uso de marcapassos, pacientes com insuficiência cardíaca congestiva descompensada e história de radiação terapêutica por câncer.
Hipertensão com pressão sistólica de ≥ 200 mmHg ou pressão diastólica de ≥ 110 mmHg, infecção do sistema respiratório ou chiado e angina instável.
Diabetes mal controlado, pacientes em uso de varfarina se o tempo de protrombina (TP) estiver com international normalized ratio (INR) maior que 3 e idade avançada.
Pacientes com contagem de plaquetas < a 20.000/mm³, angina instável e abscesso dentoalveolar agudo com trismo.