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O uso de revestimentos odontológicos continua sendo objeto de estudo em diversos trabalhos científicos, com o objetivo de aprimorar suas propriedades e produzir peças protéticas com o mínimo de distorção possível. Considerando esse tema específico e em relação ao uso de revestimentos, é correto afirmar:
A espatulação mecânica do revestimento odontológico produz menos bolhas que a manual.
Para aumentar uma melhor adaptação da peça metálica objetiva-se a contração do revestimento para compensar a expansão da liga.
Variáveis como proporção pó/líquido, temperatura de aquecimento e temperatura de fundição demonstraram não desempenhar papel na adaptação final da peça fundida final.
Os resultados de trabalho indicam que a resistência dos revestimentos é muito sensível às temperaturas equilibradas (estáveis)
O uso de revestimentos aglutinados por fosfato (com partículas de quartzo) é dispensável para a confecção de uma PPR.