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No manejo cirúrgico das fraturas faciais, a correta avaliação clínica e radiográfica, aliada ao conhecimento anatômico tridimensional, é crucial para a definição da abordagem terapêutica. Um paciente vítima de trauma automobilístico apresenta trismo, desvio de linha média mandibular, dor à palpação na região de ângulo mandibular direito e alteração de oclusão. Diante desse quadro, assinale a conduta mais indicada do ponto de vista cirúrgico e funcional:
Realização de contenção com tala de acrílico e repouso mandibular por 30 dias, sem intervenção cirúrgica.
Acesso extraoral com incisão em submandibular, redução anatômica e fixação interna rígida com placas e parafusos de titânio.
Uso de contenção com fios ortodônticos e elásticos intermaxilares, sem necessidade de redução cirúrgica.
Indicação de exodontias múltiplas na arcada inferior para eliminação de interferências oclusais traumáticas.
Aplicação local de toxina botulínica para bloqueio do músculo masseter, reduzindo o trismo e a dor associada.