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A abordagem clínica de pacientes infantis com necessidades especiais demanda habilidades específicas, que envolvem desde a adaptação do ambiente até a individualização das técnicas restauradoras e preventivas. Em um paciente de 6 anos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), hipersensibilidade tátil e dificuldade de comunicação verbal, o atendimento odontológico deve priorizar:
Abordagem tradicional com comandos firmes, uso de contenção física e anestesia local convencional.
Introdução de sessões curtas de dessensibilização, uso de ionômero de vidro de alta viscosidade e reforço visual positivo.
Sedação consciente com óxido nitroso e instalação de aparelho ortodôntico preventivo para expansão palatina.
Prescrição de ansiolíticos e restaurações com compômero sob isolamento absoluto e campo cirúrgico.
Restrição do atendimento ao ambiente hospitalar, com anestesia geral e intervenções únicas sob protocolo de risco.