Kazanjian e Converse têm classificado fraturas mandibulares pela presença ou ausência de dentes em relação à linha de fratura. Eles pensaram que a sua classificação fosse útil para determinar o tratamento. Três classes foram definidas, apresentadas a seguir.
Classe I: os dentes estão presentes em ambos os lados da linha de fratura. Classe II: os dentes estão presentes em apenas um lado da linha de fratura. Classe III: o paciente é desdentado.
Segundo Fonseca (2013), qual tratamento os autores indicaram para um paciente com fratura classe III?
O tratamento exige técnicas protéticas, métodos de redução fechada ou ambos para estabilização.
O tratamento envolve o ângulo côndilo-ramo ou corpo da mandíbula parcialmente desdentado, exigindo fixação intermaxilar.
O tratamento exige técnicas protéticas, métodos de redução aberta ou ambos para estabilização.
O tratamento é realizado através de várias técnicas, utilizando os dentes para fixação monomaxilar ou intermaxilar.