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(PMM/URCA 2025) Um paciente retorna ao consultório 4 horas após uma exodontia de resto radicular do dente 13, realizada sob anestesia local. A área foi suturada, mas o sangramento persiste e não cede à compressão local feita com gaze pelo paciente. Ao exame clínico, observa-se um sangramento ativo, do tipo venoso, proveniente do alvéolo.
Diante deste cenário de hemorragia pós-operatória de difícil controle, qual das seguintes alternativas descreve uma conduta INAPROPRIADA como próxima medida imediata para alcançar a hemostasia?
Realizar uma infiltração anestésica local com um vasoconstritor (como a lidocaína 2% com adrenalina 1:100.000) no sítio cirúrgico para promover vasoconstrição e ganhar tempo para a instalação de métodos hemostáticos definitivos.
Remover completamente os coágulos instáveis da cavidade alveolar, realizar uma irrigação com uma solução de Ácido Tranexâmico, suturar novamente fechando as bordas da ferida e reposicionar uma nova gaze hemostática sob pressão, orientando o paciente a manter compressão firme e contínua por mais 30 minutos.
Preencher o alvéolo com uma esponja de gelatina absorvível ou de colágeno, que serve como arcabouço para a formação do coágulo, e sobre ela, realizar uma nova sutura de compressão para manter o material no local.
Aplicar uma pasta feita com um comprimido de 250 mg de Ácido Tranexâmico macerado e algumas gotas de soro fisiológico diretamente no alvéolo após a exodontia, recobrindo-o com uma gaze.
Solicitar imediatamente um exame de coagulograma (TP/TTPA, INR e Plaquetas) para investigar uma possível coagulopatia de base não identificada, e após a normalização dos resultados, intervir no local do sangramento.


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