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De acordo com FENIO-PEREIRA, M.; CRIVELLO JUNIOR, et al. (2021), o conhecimento da anatomia radiográfica dos maxilares é a base necessária para que se possa discernir o normal e as variações da normalidade das possíveis alterações fisiopatológicas, as quais acometem o complexo maxilomandibular. Com base no padrão radiográfico dos acidentes anatômicos dos maxilares vistos nas imagens radiográficas periapicais, marque a alternativa CORRETA.
Canal da mandíbula: Apresenta-se como uma linha radiopaca em continuidade com a borda anterior do ramo da mandíbula, podendo ser vista nas radiografias periapicais de molares inferiores cruzando o terço cervical das raízes dentárias.
Sutura intermaxilar: Corresponde à junção das maxilas, representada radiograficamente por uma linha radiopaca com contorno irregular, localizada entre os incisivos centrais superiores.
Forame incisivo: Encontrado radiograficamente entre as raízes dos incisivos laterais superiores e caninos superiores, como uma imagem radiolúcida com formato ovalado ou arredondado, pode variar de tamanho e de radiolucidez e, muitas vezes, é de difícil identificação.
Seio maxilar: Sua forma assemelha-se a uma pirâmide cuja base está orientada para a parede lateral da cavidade nasal e o ápice corresponde ao processo zigomático da maxila. Radiograficamente apresenta-se radiolúcido, e suas corticais são radiopacas, sendo que o assoalho do seio maxilar costuma apresentar-se curvilíneo (sinuoso).


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