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O sucesso da anestesia local em Odontologia depende da escolha criteriosa do sal anestésico e do vasoconstritor, considerando as condições sistêmicas do paciente e o tempo cirúrgico necessário. Em casos de pacientes com histórico de doença cardiovascular controlada, o manejo clínico deve priorizar a estabilidade hemodinâmica. Com base nos protocolos de atendimento vigentes, assinale a alternativa CORRETA.
A bupivacaína a 0,5% deve ser utilizada como agente de primeira escolha em procedimentos de curta duração em crianças, visando aproveitar seu longo período de analgesia residual e reduzir a necessidade de analgésicos sistêmicos no período pós-operatório.
O tratamento de toxicidade sistêmica por sobredosagem de anestésicos locais em ambiente ambulatorial deve ser realizado com a administração imediata de flumazenil intravenoso, visando reverter a depressão respiratória e as crises convulsivas do paciente.
A técnica de bloqueio do nervo alveolar inferior exige a deposição da solução anestésica no espaço pterigomandibular, sendo que a aspiração positiva é frequente nessa região devido à proximidade com a artéria carótida interna e o plexo venoso pterigoideo.
A associação de prilocaína com felipressina é contraindicada para pacientes portadores de glaucoma de ângulo estreito, uma vez que o vasoconstritor do tipo polipeptídeo promove midríase severa e aumento crítico da pressão intraocular durante o atendimento.
O uso de articaína a 4% com epinefrina 1:100.000 é indicado em biópsias de tecidos moles devido ao seu alto poder de difusão tecidual, devendo-se limitar a dose total para evitar picos hipertensivos em indivíduos sensíveis aos agentes adrenérgicos.