De acordo com Kidd & Nyvad (2005), o diagnóstico da cárie
dentária é assim: o caminho intelectual que integra as
informações obtidas pelo exame clínico dos dentes, o uso
de ferramentas auxiliares para o diagnóstico da cárie, a
conversa com o paciente e os conhecimentos biológicos.
Acerca dos exames utilizados para o diagnóstico da cárie,
é correto afirmar que
A
a radiografia interproximal não permite avaliar a profundidade
de uma lesão proximal e sua relação com a polpa
dentária.
B
o exame radiográfico pode ser útil para detectar lesões
de cárie que clinicamente estão ocultas ao cuidadoso
exame clínico-visual.
C
o exame de lesões de cárie deve ser realizado sem
secagem do dente, pois tal procedimento pode desidratar
os prismas de esmalte e oferecer um resultado
falso-negativo.
D
a técnica radiográfica interproximal tem valor incontestável
para detecção de cáries nas superfícies proximais,
sendo precisa para o diagnóstico de lesões no esmalte
em estágio inicial.
E
a introdução de uma sonda exploradora a fim de
“prender” ou oferecer alguma resistência para sua
remoção, após ser inserida, com moderada, mas firme
pressão nas regiões de fissuras, é um método clínico
útil para a detecção das lesões de cárie.