Um paciente compareceu ao consultório odontológico 2 dias após realizar exodontia do elemento 48, que se encontrava completamente irrompido, apresentando sintomatologia dolorosa exacerbada no local da ferida cirúrgica, halitose e linfadenopatia cervical. Relatava ainda mal-estar geral e um estado ligeiramente febril. Ao exame clínico, o dentista observou a mucosa gengival marginal edemaciada, hiperêmica e o alvéolo dentário com tecido ósseo exposto, sem a presença de coágulo sanguíneo. O dentista diagnosticou o quadro como alveolite, explicando ao paciente que se tratava de uma complicação pós-cirúrgica. Em que pese a diversificação de fatores desencadeantes dessa complicação, todos eles têm origem na:
A
quebra da cadeia cirúrgica asséptica;
B
liberação de catecolaminas pelo paciente devido ao estresse transoperatório;
C
ação do componente vasoconstrictor do anestésico;
D
ausência de formação de um coágulo sanguíneo intraalveolar normal e estável;
E
auto hemostasia do paciente, acarretando a lise do coágulo sanguíneo situado dentro do alvéolo dentário.