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Pouco depois de o nervo facial sair do crânio através do forame estilomastoideo, ele penetra na glândula parótida. Nesse ponto, o nervo geralmente se divide em dois troncos principais (temporofacial e cervicofacial), e os ramos que invariavelmente se anastomosam formando o complexo parotídeo. Segundo Ellis (2006), a divisão do nervo facial está localizada abaixo e inferiormente em relação à concavidade do canal acústico ósseo externo em quais medidas?
0,8 e 3,5 cm.
1,5 e 2,8 cm.
1,5 e 3,5 cm.
2,0 e 3,5 cm
Os núcleos intrarradiculares são indicados para recuperar as características da coroa clínica de dentes desvitalizados que necessitam de tratamento com prótese, conferindo ao dente condições biomecânicas para manter a prótese em função com longevidade. Sobre os núcleos metálicos fundidos, pode-se dizer que são indicados quando as paredes da coroa preparada apresentarem uma base de sustentação para o núcleo com espessura mínima de:
1,0 mm
2,0 mm
1,5 mm
0,5 mm
2,5 mm
Qual deve ser a relação adequada coroa-raiz para confecção de núcleo intrarradicular.
Em relação aos núcleos intraradiculares em dentes despolpados, é CORRETO afirmar que
se indicam núcleos metálicos fundidos nos casos de grande destruição coronária, nos quais o remanescente não teria resistência ao material de preenchimento.
seu comprimento deve atingir um terço do tamanho total da raiz.
não deve seguir a inclinação das paredes do conduto.
quanto maior o diâmetro do pino, menor será sua retenção e resistência, sem considerar o enfraquecimento da raiz.
na presença de retenções acentuadas no interior do conduto, deve-se remover toda a dentina sem levar em consideração o enfraquecimento da raiz.
Existem alguns fatores que devem ser analisados com o objetivo de propiciar retenção e resistência adequadas ao núcleo intrarradicular. De acordo com PEGORARO (2013), assinale a alternativa que representa corretamente esses fatores:
Remanescente coronal; largura; comprimento e altura.
Grau de destruição da porção coronal; presença ou ausência de vitalidade pulpar e material obturador.
Forças oclusais; comprimento da raiz e imagem radiográfica.
Comprimento do pino; diâmetro do pino; inclinação das paredes do conduto e característica superficial do pino.


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O comprimento do núcleo intrarradicular deve
ser menor que o da coroa clínica.
ser maior que 4/5 do comprimento da raiz.
ter 3/4 do comprimento da porção radicular obturada.
ocupar 2/3 do comprimento total do remanescente dentário.
Nos casos de grande destruição coronária, nos quais o remanescente coronário não é suficiente para prover resistência estrutural ao material de preenchimento, indica-se o uso de núcleos metálicos fundidos.
Dos itens abaixo, marque o correto em relação ao comprimento do pino (parte intraradicular).
O comprimento da parte intrarradicular deve ser igual ou menor que a coroa clínica para proporcionar uma distribuição mais uniforme das forças oclusais ao longo da raiz.
Naqueles dentes que tenham sofrido perda óssea, o pino deve ter o comprimento equivalente a 2/3 do comprimento total da raiz.
O comprimento do pino intrarradicular deve preservar a quantidade máxima de 4mm de material obturador na região apical para garantir o vedamento efetivo desta região.
Como regra geral, o comprimento do pino intrarradicular deve atingir 2/3 do comprimento total do remanescente dental.
Paciente do sexo masculino, 18 anos de idade, sofre um acidente que provoca a fratura do dente 21 na altura cervical da coroa dentária. O fragmento dental trazido pelo paciente encontra-se desidratado e não se adapta ao remanescente. O exame radiográfico mostra tratamento endodôntico satisfatório. O tratamento para este dente é
núcleo metálico fundido e coroa protética estética.
núcleo metálico fundido e faceta estética indireta.
reidratação e colagem do fragmento.
núcleo metálico fundido e faceta estética direta.
núcleo pré-fabricado e colagem do fragmento.