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A utilização de recursos da Biologia Molecular pela Odontologia Legal torna possível a identificação humana mesmo nos casos em que não há informações ante mortem de ordem física, ou nos casos de presença de material biológico deteriorado e/ou em ínfimas quantidades. Qual das alternativas a seguir representa técnica de Biologia Molecular amplamente utilizada em análises forenses?
Eletroforese.
Citologia esfoliativa.
IHQ (Imunohistoquímica).
PCR (Reação em Cadeia da Polimerase).
A Odontologia Legal é a disciplina que auxilia a Justiça com a aplicação dos conhecimentos odontológicos. Em relação à história da Odontologia Legal, é correto afirmar:
O registro mais antigo que se tem é do exame odontológico de Júlio César, que foi feito em 44 a.C. quando o imperador foi assassinado.
Em 1807, em Ímola, houve um desabamento que atingiu grande parte da alta sociedade suíça, ocasionando muitos óbitos. Os cadáveres encontrados foram identificados através de DNA.
Em 1909 houve um incêndio no Consulado alemão em Pequim e o corpo encontrado foi identificado como sendo do secretário do consulado, que estava desaparecido. Posteriormente foi verificado que o incêndio foi acidental.
Durante a Primeira Guerra Mundial, navios brasileiros que transportavam soldados foram atingidos por submarinos alemães. A identificação dos cadáveres por meio da análise da arcada dentária não foi possível.
Quando o Titanic naufragou, em 1912, houve mais de 1.500 óbitos, sendo que muitas dessas pessoas foram reconhecidas pelo exame das arcadas dentárias.
Um crânio e uma mandíbula foram coletados em um terreno com técnicas de arqueologia forense. De acordo com a documentação minuciosa e precisa do local de encontro desses ossos, a mandíbula estava distante do crânio (cerca de 10 centímetros mais ao fundo e 30 centímetros para a direita do crânio). Em laboratório, notaram perda dentária mandibular e crânio com características masculinas. Baseado nesses achados práticos, o perito odonto-legal
pode afirmar que a mandíbula não pertence ao crânio devido à distância em que ambos foram encontrados.
pode afirmar com convicção que se trata de um indivíduo do sexo masculino com idade muito avançada.
pode realizar o diagnóstico diferencial entre a avulsão pré-mortal e a ocorrida há algum tempo na mandíbula, desde que analisados os alvéolos.
pode afirmar que a mandíbula é mais antiga que o crânio, dado o contexto em que foram encontrados.
não pode fazer qualquer afirmação, já que a mandíbula foi encontrada sem os dentes.
Embora um protocolo de reconstrução facial possa parecer simples, sua aplicação envolve a análise de diversos detalhes para se poder chegar a um bom resultado. Em relação aos procedimentos para reconstrução facial,
recomenda-se trabalhar diretamente sobre o crânio em questão.
preconiza-se que seja feita uma foto no início e uma foto no final da reconstrução.
após fixadas as guias de referência nos pontos cefalométricos, elas devem ser interligadas em cada hemiface por um material plástico moldável em forma de fita.
a instalação do globo ocular é a última etapa do processo de reconstrução.
a espessura do rosto é feita pela medida dos pontos cefalométricos para colocação de material espessante e posterior cobertura óssea.
Em relação ao estudo pericial das marcas de mordida, entende-se que
é limitada, pois os elementos dentais embora peculiares, conferem generalidades nas mordeduras.
a marca de mordida não apresenta condições de coleta de material para exame de DNA.
se denominam mordidas, em Odontologia Legal, as marcas deixadas pelos dentes na pele de pessoas vivas. Em cadáveres e objetos inanimados, utiliza-se a denominação indol.
as peculiaridades e individualidade dos elementos dentais e a singularidade da mordedura conferem a possibilidade de identificação criminal.
o exame sistemático das mordeduras inclui sempre: visum et repertum, coleta de evidências da vítima e do suspeito e molde da arcada dentária do periciando.
O primeiro registro oficial no qual a Odontologia-Legal foi caracterizada como uma ciência capaz de auxiliar a Medicina-Legal, data de 1898, é de Oscar Amoedo, dentista é cubano de nascimento, e foi publicado em:
Londres.
Barcelona.
Santiago.
Paris.
Havana.