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Os pinos pré-fabricados não metálicos são removidos do interior dos canais radiculares por
tração simples.
tração simples combinada com utilização de solvente.
tração com o dispositivo pequeno gigante.
desgaste.
utilização de solvente.
Em um caso no qual o tratamento endodôntico tenha sido realizado de forma satisfatória, há cerca de seis meses, que não tenha recebido, ainda, tratamento restaurador definitivo e tendo perdido seu material restaurador temporário, logo após o término do tratamento endodôntico, a conduta clínica deve ser
o retratamento endodôntico do dente.
a restauração do dente o mais rápido possível.
a recolocação do curativo e acompanhamento do caso por mais dois a três meses.
a desobstrução do terço médio do canal, colocando uma medicação intracanal, antes de restaurar o elemento.
a prescrição antibiótica para posterior restauração.
Toda vez que surge um insucesso endodôntico, duas condutas básicas se tornam opção: retratamento convencional ou cirurgia perirradicular.
Avalie se o retratamento endodôntico convencional deve ser indicado quando houver:
I. exposição da obturação do canal radicular ao meio bucal por um longo período.
II. presença de rarefação óssea previamente inexistente.
III. obturação endodôntica inadequada.
Está correto o que se afirma em
I, apenas.
II, apenas.
III, apenas.
I e III, apenas.
I, II e III.
Uma das causas do insucesso endodôntico é a complexa anatomia da cavidade pulpar, caracterizada por um sistema de canais radiculares, e não apenas um canal principal, dificultando a limpeza e permitindo a manutenção de microrganismos nas áreas inacessíveis, mesmo após o tratamento.
Dentre os canais que formam essa “rede”, aquele que sai do canal principal, na sua porção apical, e termina na região periapical do dente, recebe o nome de:
Reticular.
Acessório.
Recorrente.
Secundário.
Colateral.
Uma vez estabelecida a opção do retratamento endodôntico, as dificuldades ficam relacionadas ao material obturador utilizado. A guta-percha associada a um cimento é uma das substâncias mais empregadas nas obturações dos canais radiculares.
Segundo Lopes & Siqueira (2020), solventes orgânicos da guta-percha têm sido testados e pesquisados; desses, os mais conhecidos são
clorofórmio, xilol e eucaliptol.
clorofórmio, hipoclorito de sódio 2,5% e clorexidina 0,12%.
xilol, EDTA e eucaliptol.
EDTA, óleo de laranja e eucaliptol.
clorexidina 0,12%, eucaliptol e óleo de laranja.


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A remoção de retentores intrarradiculares metálicos deve ser realizada de forma eficiente e segura a fim de evitar perfurações e minimizar os riscos de fratura.
Assinale a opção que corresponde ao método mais conservador para realização deste procedimento.
Remoção por tração através de alicate saca-pinos.
Uso de aparelho ultrassônico.
Extrator pneumático.
Remoção por meio do aparelho saca-prótese.
Remoção por desgaste.
Nos casos de insucesso endodôntico, quando realizada a coleta microbiológica dos canais radiculares, a espécie bacteriana mais frequentemente isolada é:
Enterococcus faecalis.
Streptococcus mutans.
Lactobacillus salivarius.
Streptococcus sanguinis.
Porphyromonas endodontalis.
“O retratamento endodôntico consiste na realização de um novo tratamento, seja porque o anterior fracassou ou, simplesmente, porque se deseja fazer um tratamento mais correto ou adequado, principalmente nos casos em que surgiu a necessidade de os elementos dentários servirem de suporte a trabalho protéticos.” Várias são as causas de um retratamento endodôntico, EXCETO:
Ausência do selamento coronário
Condensação inadequada da obturação dos canais radiculares.
Permanência de uma fístula após controle clínico e radiográfico de 6 meses.
Queixa de dor à mastigação.
Sobrevivência de espécies bacterianas nos tecidos perirradiculares.
O retratamento endodôntico pode ser indicado nos casos em que:
Um dente tratado endodonticamente revelar, por meio de um exame radiográfico , presença de rarefações ósseas em áreas perirradiculares previamente inexistente.
Um dente tratado endodonticamente revelar, por meio de um exame clínico, presença de retentor intrarradicular longo, coroa protética bem adaptada e rarefação óssea em áreas perirradiculares previamente inexistente.
Um dente tratado endodonticamente revelar, por meio de um exame clínico e radiográfico, lesão crônica de pequena dimensão, ocorrida por um longo período, com ausência de sintomatologia, estar em função estética e mastigatória.
Um dente tratado endodonticamente revelar, por meio de um exame clínico, emissão dos sintomas, ausência de fístula ou edema.
A remoção de pinos metálicos intrarradiculares pode ser realizada utilizando-se várias técnicas. Das técnicas apresentadas nas alternativas, aquela que está indicada para remoção de pinos em molares é:
Ultrassom e Tração.
Desgaste, Ultrassom e Tração.
Desgaste e Ultrassom.
Tração e Desgaste.


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Diante do caso apresentado, assinale a alternativa correta em relação ao tratamento mais adequado.
Apicectomia
Retratamento
Marsupialização
Acompanhamento
Um dos desafios durante a realização de um retratamento endodôntico é a remoção de eventuais pinos intrarradiculares. Diante do exposto, analise as afirmativas a seguir.
I. O ultrassom é utilizado na interface entre o dente e o pino para quebrar a estrutura de cimento, reduzindo a retenção e facilitando a remoção.
II. O titânio possui um módulo de elasticidade mais baixo que o aço inoxidável; assim, ele pode amortecer as vibrações ultrassônicas que podem diminuir a efetividade ultrassônica.
III. Para facilitar a remoção dos pinos, excepcionalmente nestes casos, o ultrassom deve ser utilizado sem refrigeração.
Está correto o que se afirma em
I, II e III.
III, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
Paciente 45 anos, sexo feminino, portadora de Diabetes melittus, relata ter realizado tratamento endodôntico e protético no dente 13 há 3 anos. No exame radiográfico, foi observado presença de tratamento endodôntico e presença de lesão perirradicular persistente. Pino de fibra intrarradicular satisfatório. O exame clínico mostra coroa protética bem adaptada. O tratamento sugerido seria:
Exodontia e implante com curetagem da lesão perirradicular.
Apicetomia, com retropreparo e retroobturação.
Remoção da coroa protética, remoção do pino intrarradicular e retratamento endodôntico.
Proservação radiográfica semestrais.
Nos retratamentos endodônticos, podemos afirmar que
a presença do Enterococcus faecalis deve-se à sua capacidade de penetração em túbulos dentinários e resistência a soluções antissépticas.
a Pseudomonas aeruginosas é a forma bacteriana mais resistente ao tratamento endodôntico.
a Infecção Secundária é mista, com predominância de bactérias aeróbicas.
a Infecção Secundária está mais presente na porção obturada do canal.
o hidróxido de cálcio está indicado para curativos por ser eficaz contra o Enterococcus faecalis e a Pseudomonas aeruginosas.
O retratamento endodôntico é um procedimento realizado em um dente que foi submetido ao tratamento endodôntico, porém com resultado insatisfatório. Vários solventes têm sido recomendados para dissolver e remover a guta-percha por ocasião do retratamento e foram descritos nas alternativas abaixo. A partir do apresentado, assinale a alternativa incorreta.
Turpentina retificada
Clorofórmio
Hexano
Eucaliptol


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Um dos desafios do retratamento não cirúrgico dos canais é a remoção de fragmento de instrumento fraturado.
Analise as asserções a seguir e escolha a alternativa CORRETA sobre os fatores que afetarão a remoção bem-sucedida dos fragmentos de instrumentos do sistema de canais radiculares.
I. Comprimento do fragmento e sua localização no interior do canal.
II. Tamanho do instrumento.
III. Habilidade e a experiência do profissional.
Somente as asserções I e III estão corretas.
Somente as asserções II e III estão corretas.
Somente as asserções I e II estão corretas.
Estão corretas as asserções I, II e III.
De acordo com LOPES (2015), o retratamento endodôntico consiste na realização de um novo tratamento, seja porque o anterior fracassou ou, simplesmente, porque se deseja fazer um tratamento mais correto ou adequado, principalmente nos casos em que surgiu a necessidade de os elementos dentários servirem de suporte a trabalhos protéticos. O retratamento endodôntico pode ser indicado, exceto:
Quando um exame radiográfico revelar obturação endodôntica inadequada de um canal radicular. Nos casos em que a obturação endodôntica é inadequada e uma nova restauração protética do dente se faz necessária, mesmo não havendo manifestação clínica radiográfica de insucesso, o retratamento do canal deve ser realizado.
Quando o exame clínico revelar exposição da obturação do canal radicular ao meio bucal. Magura et al., recomendam o retratamento endodôntico em dentes sem restaurações coronárias, em que as obturações dos canais ficaram expostas ao meio bucal por 30 dias.
Quando o exame clínico do dente tratado endodonticamente revelar: persistência de sintomas objetivos; desconforto a percussão e a palpação; fístula ou edema; mobilidade; impossibilidade de mastigação.
Quando observamos no exame radiográfico de um dente tratado endodonticamente: presença de rarefações ósseas em áreas perirradiculares previamente inexistentes, incluindo rarefações laterais; espaço do ligamento periodontal aumentado, maior que 2 mm; ausência de reparo ósseo em uma reabsorção perirradicular; aumento de uma área radiotransparente; não formação de nova lâmina dura; evidência de progressão de uma reabsorção radicular.
Do ponto de vista endodôntico, toda vez que surge um insucesso, a opção recai sobre duas condutas básicas: a cirurgia perirradicular ou o retratamento convencional, que, quando bem indicados, proporcionam um bom prognóstico. Em relação aos solventes utilizados em retratamentos convencionais, assinale a alternativa CORRETA:
O clorofórmio é muito volátil, sendo biocompatível com os tecidos apicais e perirradiculares.
O xilol presenta menor efeito solvente sobre a guta-percha, quando comparado ao clorofórmio.
O eucaliptol exibe propriedades anti-inflamatórias, porém não possui efeito antibacteriano.
O eucaliptol é o solvente mais efetivo como solvente da guta-percha.
De maneira conservadora, uma nova abordagem endodôntica deve ser realizada após controle da pressão arterial, com retratamento de canal e confecção de novo pino e nova coroa, e manutenção do acompanhamento radiográfico.
Como diagnóstico diferencial, pode-se pensar em infecção odontogênica, lesão endopério e fratura radicular.


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