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Analisando a doença periodontal materna ativa e seus patógenos, é CORRETO afirmar que
a Phorfiromonas gingivalis e o Treponema denticola são irrelevantes e não implicam possível risco maior de parto prematuro.
a presença da Campylobacter rectus é bastante comum nas lesões infecciosas vaginais do trato gênito-urinário e incomum nas lesões periodontais.
mães de bebês pré-termo e de baixo peso ao nascer podem apresentar alta titulação de Tannarella forsythia e Agregatibacter actinomycetemcomitans.
o aumento da severidade da doença periodontal é insignificante e não apresenta risco para o parto prematuro, quando comparado a outros fatores, como a idade da gestante e o fumo.
a Phorfiromonas gingivalis é o único patógeno periodontal relacionado ao possível aumento do risco de parto prematuro e abortos.